Caralho. É com indignação que eu começo este post (ou com prazer, para meus amigos de Mondial).
Qual o problema com o amor? Sinto que o amor está em baixa. As pessoas estão negando o amor, ou simplesmente negando o fato dele estar batendo à sua porta.
Cacete, não é algo tão difícil. Aquela antiga teoria de que as coisas são simples e sim nós que as complicamos é totalmente verdade.
Hoje me deparo com três situações totalmente distintas. Uma minha, uma de um casal de amigos e uma de um casal de amigos gays. Logo, temos três situações que não devem se igualar por nada neste mundo.
No primeiro caso, o deste humilde interlocutor, é simples: pronto pra ceder e liberar todo seu amor, e a outra pessoa insiste em algo totalmente sem nexo e sem futuro. No segundo caso, uma pessoa do casal, se entrega, oferece o amor e o carinho, mas a outra pessoa sente medo e se esconde atrás de suas próprias conclusões e mentiras. No terceiro, de nossos amigos homo, um se dedica totalmente e o outro, prefere não levar a sério, o traindo. E no final das contas, acabo me perguntando: o amor acabou ou as pessoas não querem?
Obviamente que as pessoas não querem. É tão simples reclamar da vida e dizer que não temos o que nós queríamos, que as coisas não são como deveriam ser.... Mas porra! Olhem ao seu redor. Nós temos a maldita mania do medo. O medo de se entregar. O medo daquilo que nos vai causar uma sensação que nunca tivemos. Que vai derrubar muros, destruir paredes e quebrar dogmas. Por que? Porque todos, todos, sem exceções, preferem aquilo que é cômodo. Preferem viver em uma mentira, fingindo estar tudo bem, quando na verdade não está. Por que? Por MEDO.
De acordo com a minha velha amiga, Wikipedia,, medo é “um sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente.”. Meus caros, isso é definição da psicologia. Agora, olhem para nós. Isto é o que somos. Pessoas com medos. Medos diversos. Do que somos, do que podemos ser, do que podemos causar e do que podemos nos tornar.
Agora aquela pergunta simples e básica: por que ter medo?
Gente, o novo assusta! É fato. Mas daí, nos limitarmos? Vivermos um relacionamento de mentira com alguém que simplesmente não te completa e que você tenta se enganar todos os dias dizendo que sim? Fingir que aquele cara não é um certo, só por que sua vida amorosa até hoje foi um lixo, repleta de cafajestes? Se esconder em mentiras invés de encarar de frente sua vida?
As conclusões eu deixo pra vocês me nego a escrever de próprio punho as conclusões deste texto, pois elas cabem único e exclusivamente à vocês.
Por mais que às vezes eu me esconda em minhas sombras, eu sei qual é minha verdade e sei muito bem aonde está meu paraíso. Quem vive na mentira não sou eu. Então, tirem suas próprias.
Adoro vocês, todos vocês, mas abram os olhos. A vida, ou pelo menos esta vida, só passa uma vez.
Desculpem-me os erros de português que possam ter acontecido. Eu já estava na segunda garrafa de vinho.
o/
ResponderExcluirAmor é colocar cinco balas em um revolver de seis, girar, ajustar o ceifador de vidas na posição adequada para ceifar vidas, a sua, e apertar o gatilho.
ResponderExcluirVocê pode até sair ileso dessa. Mas ainda é estupido. Os motivos de sua sobrevivência NUNCA serão creditados em sua coragem ou inteligencia. "As engrenagens que rodam o mundo" ganharão mais um milagre para sua coleção.
Você quer realmente que as pessoas parem de lutar contra essa maldição que nada faz se não destruir vidas e corações.
Se você tem tendencias suicidas, que seja. Só não incentive outros a pularem no mesmo barco em que você afunda.
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Parece ofensivo, mas não é. É só um devaneio.
Companheiro de devaneio.
Ah! Vá ver meu blog.
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