segunda-feira, 3 de maio de 2010

Amanhã

Continuando a linha de raciocínio do último post, fico imaginando por que nos prendemos tanto ao que achamos. Idéias que julgamos serem certas, apenas pelos nossos conceitos e experiências. Sim, muitas vezes podem ser corretíssimas, mas muitas vezes não. Nem sempre estamos certos. Nem sempre conseguimos tirar a conclusão e a resposta correta de algo que passamos em nossa vida.
Hoje, em minha vida, cheguei à conclusão que planos não servem de nada. Planos e esperança. Mas me compreendam, não joguem pedras ainda. O problema de planejar e sonhar tanto, é a mentira. O problema da esperança é acreditar em algo que talvez não seja verdade; O problema de criar tanta esperança, é ficar sonhando acordado, vendo a vida passar, se apegando em coisas que acreditamos que possam vingar.
Hoje percebi que a podemos planejar, mas não podemos esperar só isso. Hoje percebi que podemos sonhar, mas enquanto andamos, trabalhamos, vivemos. Percebi que isso é essencial. Percebi que no momento em que você deixa de lado coisas que você acha que são suas únicas opções, que são sonhos apenas, você conhece outras coisas. Você conhece pessoas diferentes, únicas, que podem ser inesquecíveis. Você ajuda um amigo, que por mais que você conversasse, você não tinha idéia de que precisasse tanto de sua ajuda. E tudo isso, simplesmente por quê?
Por causa da chamada “zona de conforto”, que prefiro mais chamar de “zona do medo”, ou o popular “próprio mundinho”. Criamos algumas esperanças e ideais por medos. Nos apegamos a coisas mais... “confortáveis”, por ser mais fácil não se arriscar. Acreditamos naqueles sonhos impossíveis, por ser muito mais fácil do que abrir os olhos pra realidade que é nossa vida. Mas na verdade, tudo isso não passa de uma perda de tempo. Uma vida falsa, superficial. O que é verdadeiro é aquilo que está em sua frente. É aquilo e quem divide o ar com você. É quem está por você hoje, e não quando você sonha. Porque no final, só isso é real. E se você quer ter um amanhã, você tem que começar a criar hoje.

Beijos a todos ‘)

domingo, 25 de abril de 2010

Hoje.

É muito fácil acreditar em planos. É muito fácil viver baseado apenas em esperança e em planos. Viver pelo o que se acredita ser o certo, pelas perspectivas e lógicas que você acredita. Porém, nem sempre o seu ponto de vista é o único, o correto. Ás vezes criamos perspectivas sobre coisas que julgamos certas. Mas nós não sabemos sempre. Por termos essa mania de viver em função do que sonhamos ou acreditamos, acabamos deixando de lado coisas reais, coisas que poderiam ser efetivas e que poderiam acontecer de verdade, não só em planos.
Não adianta de nada se idealizar um futuro. O futuro é feito do hoje, deste momento, de agora.
No final das contas, temos duas opções: aguardarmos sentados um futuro que nunca vai chegar, ou levantarmos e começarmos a escrever nosso próprio futuro. Vai do que você achar melhor pra você.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Saudades.

Saudade. Me sugeriram este tema, mas não sei bem o porque. Não sei dizer se é daquela saudade que bate forte no peito, que aperta, que quase agonia, por não se ter mais.

Por não ter nem a esperança de matar essa saudade. Talvez seja aquela saudade... gostosa, sabe? Aquela que saudade que bate quando você menos imagina, que um momento específico te trás esse sentimento, mas que é repleta de esperanças e ansiedade. Por ordens, vamos com a primeira.

Algumas coisas na nossa vida simplesmente passam. Deixam de existir, pelo menos da forma que conhecemos e estamos habituados. Deixam de fazer parte do nosso dia-a-dia, da nossa rotina. Essa saudade é horrível, sim. Não poder ouvir a voz, ouvir um conselho, receber um carinho, um conforto.

Quem me conhece bem, sabe que eu tenho uma visão sobre isso um pouco mais profunda. Não consigo simplesmente acreditar que vivemos apenas por viver, pela próxima geração e mais nada. Simplesmente, não consigo acreditar que somos tão... vazios. E acho que posso provar que não somos.

Algumas coisas que fazemos, sentimos e pensamos deixa marcas. Nossa energia existe. Atrai, afasta, fica evidente a todo momento. Basta apenas prestarmos atenção.
Quando morremos, desencarnamos, seguimos adiante tem um motivo. Nunca é por acaso. Talvez por que já tenhamos terminado nossa missão ou por que falhamos e vamos ter que começar do zero, tentar de novo. Mas as relações que criamos em plano terreno, não são tão simples. Acredito que sejam muito bem entrelaçadas, vindas de muito tempo. Nós, seres terrenos, somos acostumados ao toque, ao cheiro, a proximidade, ou até simplesmente o mero conforto de saber que teremos quando precisarmos. Mas quando desencarnamos, não deixamos algumas coisas pra trás. As pessoas que precisam de nós são sim amparadas. Cada um sabe de sua necessidade, da necessidade de quem gostamos e de quem gosta de nós. Acredito que quando passamos a um outro plano, morremos ou o nome que quiserem dar, não deixamos isso de lado. Nos mantemos próximos, damos luz, proteção, paz.

Sei lá, acho que qualquer um aqui já deve ter tido uma sensação diferente, de paz. Principalmente num momento de angústia, em que aquela pessoa que sempre esteve tão próxima, te faz mais falta. Pode acreditar que se aquela pessoa é tão importante pra você, ela não te abandonou. Ela nunca faria isso. E ela está aí, com você, sempre que precisar. Acho que essas pessoas simplesmente sentem. Basta mentalizarmos. Não precisamos sofrer apenas. Um pensamento bom. A saudade em si.

Conhecemos a saudade de uma forma muito simples, vazia. Mas a saudade é um sentimento lindo. Repleto de emoções, energias, vibrações. Algumas coisas ficam marcadas em nós. Dentro da pele mesmo.

Uma mãe nunca abandona um filho. Uma neta, o que for. E por mais que você a não tenha do seu lado, podendo tocar, você ainda a tem do seu lado. Pra sempre e quando você precisar.

Algumas coisas fogem das regras, padrões, de tudo. Isso é um meio muito particular, mas essa é uma linha de raciocínio em que acredito muito.
Na dúvida? Cultive cada momento hoje. Aperte realmente esse laço que existe. Você tendo consciência disso, cabe a você. O que passou? Deus sabe o que faz. Quem te ama, sabe quem é você e conhece suas atitudes.

E pode ficar tranqüila, por que quando você mais precisar, você vai receber aquele carinho, cafuné. De uma forma ou de outra.

Beijo galera.
Em breve, novidades. = )

quinta-feira, 25 de março de 2010

Ansiosa Teh Castello

Bom galera, vamos voltar a idéia que propus para este sórdido blog. Hoje, o tema é dado pela ansiosa Teh Castello, que vê a ansiedade como um problema em sua vida, vindo de muito tempo.
A ansiedade é um problema que atinge a nossa grande maioria. Quase todos tem e sofrem com isso. Sofrem por roer suas unhas, fumar compulsivamente, ter insônia, falta de ar, dores.
De acordo com minha grande amiga Wikipédia, isso se deve a transtornos pessoais, na vivência ou na primeira infância. Ou seja, tudo o que vivemos hoje, ou no momento da formação de nossa personalidade, acaba influenciando diretamente para nossas ansiedades e compulsões.
Usaremos a Teh como exemplo:
-Tehh. diz:
*eu sou uma pessao nuito ansiosa, sabado eu nao tava aguentando
*queria que chegasse logo, que acontecesse logo
*antes de ir pra porto eu nao dormi.. e na minha viagem da 8ª serie me deu febre
*uahuahuhauha
*entendeu?
A ansiedade, por definição na própria psicologia, é associada ao medo. Medo pelo o que pode acontecer. Medo pelas conseqüências, atitudes que se pode ter e sofrer. No caso da Teh, fica evidente que ela se sentia ansiosa por medo ou talvez até por um simples receio do que estes eventos pudessem significar. Este receio pode surgir de acordo com fatos vividos e pensamentos que cercam sua vida no momento. Quando ela vai para qualquer evento deste tipo, ela sai um pouco de sua bolha, do seu círculo de confiança, para algo que pode se tornar inusitado e novo, acontecendo coisas que fogem ao seu controle. A Teh, pelo pouco contato que tive com ela, demonstra ser uma pessoa que não gosta de perder o controle. Gosta de tudo em uma forma muito segura, aonde possa calcular e ser responsável por tudo o que ocorre em sua volta. Fica claro também que é uma pessoa que se assusta quando algo foge ao controle, preferindo manter certa distância, aonde pode ter controle de tudo o que acontece. Não que ela seja destinada a fazer coisas sem controle nesses eventos, mas tem a consciência que isso pode acontecer. Seja por um amor infantil que estará presente, um conflito com amigas, ou uma situação em que saia de sua zona de conforto. Fato que confio mais nessa última. É apenas analisar como a pessoa se porta quando surge algo sem expectativa nenhuma a sua volta. Se você se coloca em uma situação, com naturalidade, sem expectativas maiores, sua postura é diferente. Você é você mesmo. Você não se fecha e deixa até sua zona de conforto ser invadida. Por si mesma, sem tentar controlar, mas simplesmente por que acontece.
Nestes casos que a Teh citou, com certeza ela foi com dois pés atrás, preparada pra qualquer coisa diferente que pudesse acontecer, sempre na defensiva. Ou não. Em muitos momentos de ansiedade e fraqueza, nos postamos em outra posição, aonde a melhor defesa de torna o ataque. Não tem como dizer. Não a conheço como deveria, principalmente para este tipo de análise. Tudo agora se torna apenas especulativo.
Fato que quando você tem uma expectativa, você quer ter o controle. Quer determinar como tudo acontece. E por isso que estas circunstâncias te assustam. Por que existe a POSSIBILIDADE de você não ter o controle. Mas talvez, seja mais válido os momentos que acabam te surpreendendo. (desculpa, não consegui me controlar. Haha)

Em resumo, ansiedade é medo. É medo do que não se controla, do que depende dos outros e não só de seu controle. Superar como? Arriscando. Num processo quase diário, não tem jeito. E enfrentando seus medos, suas sombras, deixando cada processo e assunto mal resolvido pra trás. Até por que é algo bem simples, quase tão lógico como números: se você não consegue resolver coisas do seu passado, não conseguirá construir nada concreto para seu futuro.

sábado, 20 de março de 2010

100%.

Fases. Sabe aquela fase que você para, vê o que você tem a sua volta e se vê obrigado a concordar que você não pode reclamar? Tudo está indo bem, tudo está encaminhado. Você está bem consigo mesmo, as coisas acontecem com naturalidade, tudo entrando nos eixos.
Então, conclui-se que tudo está certo. Ou não? Na verdade não. Me deparei com isso em uma conversa ontem. Acredito que por mais que as coisas estejam entrando no eixo, sempre é pouco. Não que eu seja um mal agradecido, que não valorize o que tenho. Muito pelo contrário! Mas percebi que na verdade, se hoje tenho essa paz, é por que eu fiz por merecer. Minha promoção? Só eu sei o duro que tive que dar. A mudança de AP? Só minha família sabe a correria que está sendo e o quanto isso foi contado e recontado. Agora, 12:13 da madrugada, estou acordado ainda por que irei ver móveis ainda. Mas tudo isso tem um por que. É o preço que se paga. É o preço que pagamos pelo o que queremos, pela felicidade.
Digo que é pouco, por que tudo vem com sacrifício. E temos que sempre ser 100% do que podemos. Ou mais, por que se você não for, alguém será. É assim no trabalho, na facul, com seus amigos, em sua família, em sua vida.
Ontem foi a comemoração do aniversário de dois amigos. E só eu sei a dor que senti por não poder estar presente. Dois que estiveram presentes em meu aniversário, juntos comigo, sempre.
Digo que é pouco, por que podemos ter mais. E sei que hoje só não tenho mais, por que não fiz por onde. Por que podia ter feito mais, mas por comodismo, preguiça mesmo, não fiz.
Vejo que talvez falhei como funcionário, como amigo, como amante. Como todos falharam alguma vez. Mas o melhor é hoje perceber que isso ainda tem volta. É perceber que no momento que eu fui o máximo que eu pude ser, as coisas foram acontecendo, com naturalidade.
Sempre tive mania de sofrer por antecipação. Sempre tive a mania de querer tudo pra ontem. E eu não estava errado, só fazia da maneira errada.
Nossa vida, é o hoje. Nossa vida é fazer hoje, pra termos amanhã. E tudo na vida é sacrifício, é ser o melhor, o máximo.
E isso, ninguém pode fazer por nós.
Hoje vivo pensando no próximo cargo, nos meus amigos cada vez mais próximos de mim, em minha família cada vez melhor, no meu amor do meu lado. E assim vai ser. Por que vou fazer por onde. Vou merecer isso. E não vou me esquecer. Por que se eu me esquecer, ninguém vai lembrar por mim.

Um beijo pra todos, amo vocês.

terça-feira, 16 de março de 2010

Medo.

Boas!
Voltando um pouco a idéia inicial deste blog, vou escrever um pouco sobre medos. Acredito que o principal medo de todas pessoas acaba sendo de se entregar, medo de se dar uma chance. Medo de entregar seu corpo, seu coração, sua alma.
Nessa última noite, ficamos até quase 5hrs da manhã conversando. Conversando sobre amizades, atitudes e claro, relacionamentos. Caímos no assunto de relacionamentos conturbados, que coisas não batem, que as coisas não chegam realmente a acontecer. E isso acaba sendo diretamente influenciado sobre sua atitude, sobre você.
Nosso caráter, nossa personalidade, é desenvolvido e influenciado pelo meio que nos cerca e que vivemos. Experiências ruins, traumas, choques, acabam influenciando em como você é e em como você age. Por isso, acabamos às vezes nos escondendo em nossas sombras. É muito simples e conveniente, você esperar que as coisas simplesmente aconteçam. Mas se você não tiver atitude, simplesmente não rola. É de você se entregar, de você agir. Relacionamento, amizade, é dedicação, é entrega. É saber que sua vida depende da vida da pessoa (tudo guardado às devidas proporções). Pessoas erram, nos magoam, nos fazem perder a confiança nela. Mas você tem que fazer sua parte. Fazer acontecer. Não adianta distância, não adianta não estar presente. Depende mesmo é do que você faz, da sua presença. Se você não estiver lá, você é esquecido, você é apenas mais um.
Mostre-se, arrisque-se, faça valer. O amanhã é feito hoje. Boa sobre cabrón!

domingo, 14 de março de 2010

Dedicação.

Gente, como é curioso como as coisas acontecem. Como é curioso como algumas pessoas aparecem em nossas vidas. Como é interessante o modo que pessoas que nos pareciam apenas mais uma, se mostram diferenciadas, especiais.
Momentos em que nós estamos focados em outras coisas, essas pessoas acontecem. E entram em nossa vida sem pudor, entrando mesmo (Igor, ree, dum, coco, guh e pipoca, não levem na maldade), sem bater na porta.
Pessoas que surpreendem pela simplicidade, pelo carisma e pelo sorriso contagiante. Pela maturidade, pela tranqüilidade e também muito pela beleza.
Pessoas que te mostram que o mundo não se limita a algumas poucas, que mostram que sempre temos outras possibilidades, outras oportunidades ou simplesmente por nos mostrarem um caminho.
A questão quando isso acontece, é você dar espaço. Não acredito em forçar situações, mas em deixar todas as situações ao seu redor favorecerem a você. É aproveitar todos os momentos e oportunidades pra mostrar pra pessoa como você a acha interessante. É aproveitar esses momentos pra se dedicar.
E é essa a questão que eu queria chegar. Dedicação. Como eu deixei claro pra vocês, sou um velho. Gosto do campo, das coisas simples, de um bom cigarro e até de uma cachaça. Vejo as coisas de uma forma bem simples, mas acreditando muito em sua profundidade. Conhecer uma pessoa e valorizá-la, é o mínimo que podemos fazer. Pra retribuir. Gratidão simples, pelo bem que ela te faz. É fazer o possível pra agradecer o sorriso que essa pessoa dá e salva sua noite. É se dedicar pra estar pronto para o que ela precisar, pra dar um abraço a hora que ela pedir. Pra poder dar mais o que ela quiser, mas dentro do que você pode oferecer. Mas quando você gosta, é algo natural.
Odeio esnobar, odeio corpo mole, odeio não me fazer presente. Não quero ser mala, não quero incomodar, mas quero estar lá, presente, pronto.
Quero estar sempre pra me dedicar, pra provar e mostrar que não sou mais um. O resto, é dia, é tempo, é conseqüência. É olho no olho.
No final de tudo? Só posso dizer que foi muito bom te conhecer.


Beijos a todos!.

terça-feira, 9 de março de 2010

Músicaa boa!

http://www.myspace.com/setlistoficial


Aproveitando, pra ajudar uns amigos aew.

Som de qualidade - Setlist!

Visitem láa! Vale a penaa!!

Beijos!

Desabafo.

Gente, neste post irei fugir um pouco ao que eu propus para este blog. Colocarei um tema meu. Um tema escolhido por mim e que passa constantemente em minha cabeça agora.
Sou um velho. Talvez tão velho quanto alguns amigos, companheiros de fumaça ou de cerveja que tanto valorizo. Sou um velho por não entender bem como as coisas funcionam atualmente. Sou um velho por não conseguir enxergar lógica nas formas atuais de relacionamento e a forma como desenrolam. Sou um velho, por neste momento, só ter olhos pra beleza e pra conexão existentes em um primeiro momento, no primeiro contato.

Acho sim que o ser humano é bem astuto. Sabe fingir quando quer. Mas apenas pra algumas coisas. O toque, o olho no olho, o suspirar, os arrepios na pele e as palavras doces, em tons particulares, não podem ser mentira. Ficaria desacreditado em tudo que já escrevi neste blog e incentivei meus amigos em tantos momentos. E teria consciência de quantos amigos prejudiquei, por os incentivarem a acreditar em algo puro e sincero.

Não usarei Wikipédia ou Dicionários, mas usarei o meu dicionário pessoal, que a vida me ensinou. Puro e sincero, pra mim se remete a tudo que parece natural. A tudo aquilo que parece se encaixar e se conectar de uma forma inexplicável. Mas tudo tem os dois lados. Será que este é apenas o meu ponto de vista? O ponto de vista da pessoa que está DESTE lado da situação?

Como disse, acredito que pra algumas coisas, o ser humano não consegue mentir. Está em seu olhar, no seu respirar, no seu toque. Talvez a pessoa apenas não percebeu isto. Talvez a pessoa viva em um mundo de nuvens, aonde prefere acreditar naquilo que um dia foi carinho, mas que passou.

Difícil é seguir em frente. Difícil é acreditar no amor. Me revolto, xingo e fico puto quando me mandam ficar quieto e aguardar. Mas como já falei nesse blog, milhões e milhões de vezes: EU NÃO DESISTO DO AMOR!.

E acho que depois de tantos textos, vocês todos, amigos e leitores, sabem o que eu quero dizer quando eu falo de “amor”. Amor no meu conceito, não é um homem beijando uma mulher, ou a tendo como companhia pelo resto da vida. Sim, pode ser isso também. Mas o sentido que procuro atingir, é o da doação, da troca, da entrega, da confiança e da esperança.

Não direciono este post a ninguém. O vejo mesmo como um desabafo, até pelo o que conversei com meus amigos no último final de semana. Muitas situações parecidas, mas em estágios diferentes. Será que somos trouxas por acreditarmos que as coisas simples e sinceras podem tomar um rumo natural? Pra que tanto jogo, tanta brincadeira, até tanta mentira?

Quando eu gosto, eu gosto. Eu me preocupo, eu quero participar, mostrar que estou presente. O que você faz ou não? Sinceramente, cabe somente a você. Pra mim, cabe mostrar a você que, caso você queria, eu estarei por você aonde for. Algumas pessoas confundem isso. Não é marcação, de forma alguma. É só zelo, mas talvez você não esteja acostumada.

Pensei em todas as formas possíveis de expressar o que eu pensei esses dias. Me falaram “N” coisas, mas meu blog, meu refúgio, me pareceu um bom caminho. Não preciso ser direto. Alguns recados servem mais que muitos gritos

Não sou homem de desistir. Muito menos de se entregar. Sei quais são os meus limites. Sou maior de idade, vacinado e muito consciente. Escolhi me meter nessa briga e nessa confusão. Mas acho que sou bom em escolhas. E esta talvez, seja uma das confusões mais recompensadoras que eu poderia ter me metido.

Acredite em mim. Faça uma troca comigo. E se doe. Lembre-se, Deus manda a ajuda, você que decide se a aceita ou não.

Como eu falei, o post é um desabafo. Se pra vocês servirem de algo, fico feliz. Amo todos vocês.

Beijos.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Cuidado com este post!

Persuasão: Tema escolhido pelo meu caro amigo e leito Gustavo Tezotto.
Persuasão é um tema muito difícil de ser escrito. Persuasão, pra mim, é um dom. É algo que nasce com a pessoa ou algo que ela adquire sem saber como.
Pra mim, persuasão é algo único. Muitas pessoas confundem persuasão com imposição. Na verdade, muitos acreditam que persuadem pessoas se utilizando de força, status e dinheiro. Mas isso não é persuasão. Isso é impor algo pelo medo.
Vejo a persuasão como uma arte. Algo sutil, quase imperceptível. Gosto tanto, por que é algo que vejo em minhas qualidades. Acredito que aquele que sabe persuadir, tem voz ativa. Ele não precisa estar sempre em evidência. Ele apenas precisa falar. E pra você aprender a persuadir, você primeiro precisa aprender a ouvir. Por que ouvindo, você descobre as falhas e brechas das pessoas. E é exatamente neste espaço que você entra e argumenta com todas as suas forças.
Mas a persuasão é algo extremamente perigoso. É o feitiço que se vira contra o feiticeiro. Quando você persuade uma pessoa, você faz com que ela passe a acreditar em seu ponto de vista, defendendo isto como a opção mais inteligente. Porém, às vezes estamos errados, por mais que acreditemos estarmos certo. Logo, quando você convence alguém de algo que não é certo, você não apenas se prejudica, como prejudica essa pessoa que você persuadiu por tabela. Como eu falei, a persuasão é algo sutil, e como tudo nesta vida, deve ser usada com moderação. As conseqüências podem ser irreversíveis.
Na hora de persuadir, temos que nos moldar a situação, como em todas as situações que passamos. Basicamente é ouvir. Depois de ouvir, falar. Às vezes, saber impor na fala um tom de súplica quase imperceptível. Às vezes, saber aumentar o tom no volume em que você possa se fazer ouvido. Mas nunca gritando, pois senão você cai na história da imposição.
Falo que persuadir é um dom, por que a pessoa que o faz, às vezes faz sem perceber. Geralmente, ela já tem um espaço aberto para isso. Praticamente emana da pessoa. As pessoas tem vontade de ouvir essa pessoa e tem uma pré-disposição maior para ouvi-las.
Se você não tem isso, aprenda a ouvir, por que quando falar, irá falar com propriedade. Leia, adquira conhecimentos. Você nunca sabe com quais situações poderá se deparar. Esteja sempre preparado, por que em muitos momentos da vida será muito útil.
MAS ATENÇÃO. Entendam uma coisa. No caso do nosso velho filho da puta, o amor, ele não deve ser usado em caso algum. Ao menos que você ou seja um lixo, ou esteja afim de viver uma mentira. A persuasão é algo momentâneo. É algo sem essência, feito apenas para aquele momento. Pode dar certo? Sim. Mas são pouquíssimas as chances. Primeiro por que você não estará sendo sincero, nunca. Sempre terá que se preparar e se munir de argumentos. Por que persuadir, é ter argumentos. Segundo que a pessoa que estiver ao seu lado, não vai estar com você pela emoção e sim pela razão. Você vai convencê-la que você é a melhor alternativa pra pessoa. E já aprendemos com as tantas pauladas que nós todos já tomamos, que amor é química, é pele, é momento, é palavra, mas palavra no olho.
Como disse, não existe segredo. É prática, como tudo nessa vida. Estude e aprenda a ouvir. Ouvir muito, por que você ouvindo, irá falar sabendo qual o assunto.
O Post de hoje foi mais curto. Como falei, é muito difícil escrever sobre isso. Se vocês acham que existe alguém no nosso meio, o observem. Não é difícil perceber.

Um Beijo a todos.!


(me ferrou, heim Guh? Hahaha tema do caramba.)

Ouvindo: Foo Fighters – Everlong (nem preciso comentar, né?)

terça-feira, 2 de março de 2010

Fazendo um post para os novos neste assunto.

Muitos escrevem blogs, se escondem em “bits” por insegurança. Escrevem de coisas que não viveram e comentam de coisas que não sabem.
Este blog foi feito com um intuito e um caráter pessoal. Pra eu escrever e refletir sobre meus pensamentos. Mas tomou proporções não esperadas. Hoje pessoas aguardam por estes posts, tiram de cada palavra uma possível lógica para alguma situação que vive.
E além do mais, usamos este blog e estes assuntos em vida real. Nada surge do limbo. Surge de conversas, de relacionamento interpessoal.
E essa é a graça da internet. Você poder ser exatamente o que você quiser. Eu fiz a escolha de ser quem eu sou. De ser a pessoa que meus amigos sempre procuram pra conversar. Se alguma pessoa não consegue compreender, apenas lamento. Talvez por que não esteja presente, talvez por que não saiba o que diz. Em todo caso, cada situação é uma situação. A conheça antes de julgar.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Depende de você.

Bom, seguindo minha promessa de sempre deixar este blog atualizado, seguindo a idéia de temas oferecidos pelos meus amigos, segue o próximo post.
A idéia deste post, surgiu na madrugada do dia 03/03, quando estávamos no estacionamento do Mc, fumando, conversando e ouvindo algumas besteiras do Igor. O tema partiu do nosso amigo Bruno “Manjar” Martins, que escolheu o tema “perseverança” como meu próximo alvo neste blog.

Acredito que a perseverança e a esperança são a base de tudo. Pra tudo em nossa vida, precisamos ter os dois. Mas por muitas dificuldades que passamos, experiências ruins ou simples acontecimentos rotineiros, às vezes as deixamos de lado. Por vezes até esquecemos dela, a excluímos de nossa vida, nos tornando pessoas acomodadas, conformistas e pessimistas.
Vejo a perseverança como um exercício diário, como algo que sempre devemos nos lembrar. Devemos nos lembrar sempre que somos donos de nossas vidas e que precisamos estar no controle e que, pra isso, não podemos nunca desistir. Ser forte, basicamente. Mas o forte pra mim, não é aquele que agüenta a tudo e todos, e sim aquele que se segura pra nunca chegar ao fundo do poço, ou no melhor dos casos, quando afundar, ter forças para levantar.
Acredito muito em força do pensamento. Nós somos o que pensamos, falamos e comemos. Nossas idéias sobre capacidade, certo ou errado, definem tudo o que acontece ao nosso redor. Se você acredita que você é um bosta, que sua vida não tem jeito e que você nunca vai conseguir aquilo, acredite colega, você é um bosta. Mas se você confia em você e acredita no seu potencial e que você pode ser e ter muito mais, então as coisas serão muito diferentes. No final das contas, se torna uma questão de confiança, de crer. Mas para crer, você precisa perseverar. Perseverar em você, no que você é. Se você não confia em você, quem mais poderá confiar?
Li uma vez em um livro que nós temos duas opções em nossa vida: sermos rinocerontes ou vacas no pasto. Se você for uma vaca no pasto, viverá uma vida pacata, sem emoções e morna, acordando cedo, indo para o pasto pastar todos os dias e voltando para casa a noite. Mas se você for um rinoceronte, você será forte, grande, vivendo uma vida agitada e com emoções. Mas o rinoceronte pode isto, por que tem uma couraça forte, um chifre poderoso e uma determinação incomparável. E no final das contas, é isso do que se trata nossa vida. De acreditar, de ser grande. Sempre aprendi que “quem anda com os grandes, será grande”, sabe, baseado naquele velho ditado “Diga-me com quem andas, que digo quem tu és”. Se andar com gente de pensamento fraco, será fraco, se andar com gente que pensa grande, será grande. A vontade, a perseverança e as conquistas são coisas totalmente contagiantes, que te fazem querer ser aquilo e muito mais. Mas como falei, depende única e exclusivamente de você, escolhendo suas companhias, pensamentos e estilo de vida.
“Se Deus quiser” pra mim não existe. Ele sempre quer. Mas depende de você. Persevere, confie, sonhe e tenha fé, que todo o resto apenas será conseqüência.

Beijo.


Ouvindo: Dream Big – David Cook

(se puderem, vejam a letra desta música. Tem muito a ver com tudo o que eu escrevi)


E COMENTEM!haha

“O Medo de dar a cara a tapa”

Bom galera, estou começando uma nova fase neste sórdido blog. Até pela minha enorme falta de criatividade, tive a brilhante idéia (sacaram que rolou um paradoxo aqui, né? haha) de que meus poucos, mas fiéis leitores, me dessem idéias sobre um assunto para eu devanear, brisar a vontade.
E o sortudo, troxa, o que vocês escolherem, da vez foi nosso amigo Renan Crema. Sem ciúmes, mas eu tinha duas janelas abertas no MSN na hora da minha idéia: ele e a Zaina. Não preciso justificar a escolha, né?

O “Medo de dar cara a tapa” acho que é algo que todos nós passamos em diversos momentos na vida. Muitos tem essa dificuldade no trabalho, outros pra chegarem em garotas, ou pra simplesmente fazer escolhas diárias. Como estou de folga, e converso com a maioria de vocês quase que diariamente sobre nossas escolhas, ficarei com o tema “garotas” (vocês garotas, leiam garotOs... o efeito é o mesmo).
Admito que este assunto, em grande parte da minha vida, foi uma grande barreira pra mim. Digo, é muito fácil você se aproximar de uma garota, conhecê-la. Porém existe praticamente um abismo entre conhecer a garota e, digamos, ser efetivo em relação a ela. Dar em cima mesmo, conquistar. De certa forma, acho que tudo é baseado em experiência, em tentar todos os dias. Depois de um tempo, pra nós homens, se torna até algo gostoso de se fazer (admito, uma visão machista, mas o homem que discordar, posso duvidar de seu posto como homem). É muito interessante o jogo de perguntas, indiretas, sorrisos e olhares.
O grande problema, é que nesse enorme abismo entre se aproximar de uma garota e conquistá-la, é que no meio do caminho, existe uma linha bem tênue chamada amizade. E que linha marota. Pra cairmos para algum dos lados, é um passo totalmente mínimo e que muitas vezes não percebemos. Por que? Por medo. Medo de se arriscar, de realmente dar a cara a tapa e expor os sentimentos. Mas neste assunto de expor os sentimentos, devemos ser extremamente cautelosos, para não irmos demais com sede ao pote. Senão, ultrapassamos uma linha misteriosa, invisível e bem filha da puta. Ultrapassando esta linha, assustamos a garota ou criamos um balão de confiança tão grande dentro delas, que elas passam a acreditar que podem conseguir algo “melhor”. E não é uma visão derrotista não, nós mesmos acabamos tendo essa visão. É do ser humano, é a maldita confiança em excesso.

Nestes casos, o dar a cara a tapa, pra mim, se torna algo muito relativo. De caso pra caso, de pessoa pra pessoa. Não é por que quando você se declarou pra uma garota e a conquistou, vai dar certo com outra. Como também não é certo que se você a esnobar a todo momento, ela cairá apaixonada por você (uma maldita lógica que está na mente de muitas garotas). Acho que mulher não é matemática. Amor não é matemática. Algumas sim, você tem que ser arrojado, dar a cara a tapa realmente. Outras, você tem que simplesmente deixar as coisas acontecerem. É um risco, fato. Existe aquela tal linha de amizade que falamos anteriormente. Mas acredito que a grande maioria dos leitores deste site sabem compreender a diferença, de quando querem amizade ou algo mais. Seja por um olhar, sorriso ou gestos.

De qualquer forma, se torna tudo no final, uma questão de atitude, de postura. Você tem que se impor, mostrar o que quer e pra que veio. Tem que mostrar que você não ta lá pra ser apenas um amigo. Sim, temos que ser amigos. Nada como sermos amigos das pessoas que amamos. Mas mostrar que estaremos lá pra algo a mais, saber cativar e mostrar que tem algo de mais interessante além daquele amigo.

Acho que posso ter fugido um pouco do título do texto, mas acredito que tenha alcançado o efeito desejado.

Um Beijo a todos,
Desculpem a demora.
E prometo fazer essa merda andar. haha



Ouvindo: Time For Miracles - Adam Lambert. #docaraleo.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

All You Need is Love

Meu primeiro post com 21 anos. Vinte e um anos... grande bosta, né? Sim, enorme. Acho que só quem chegou pode dizer. O último ano, por sinal, mexeu demais comigo, me mudou muito, mas mais pela dor do que pelo amor. E a culpa disso cabe totalmente a mim, pelas escolhas que fiz e pelas escolhas que tive.
Mas talvez, o último ano me ensinou que dor e amor estão muito mais atrelados do que posso imaginar. Amar, por si só, é um sentimento doloroso, mas uma dor que é diferenciada de acordo com a intensidade e “tipo” de amor que você vive.
Rola até uma espécie de masoquismo, de certa forma. Quem não gosta de sofrer por amor? Aquele sofrimento que te consome pela espera, pelo ciúme, pelo amor não correspondido ou simplesmente pelo não ter. Mas essa “dor” toda, te ensina. Você aprende a cada pancada, a cada carinho, a cada coisa que acontece que você jura ser um sinal, mas às vezes não é nada, ou talvez com todos os sinais que você ignora.
Voltando ao tema “21 anos”, me sinto mais corajoso, valente, arrojado. Parece afinal que todas as pancadas serviram de algo. Mas tenho que tomar cuidado, pra não ter medo da dor novamente. Aprendo hoje que aquela garota linda, que todos veneram, não é necessariamente a sua garota linda. Não é aquela garota que faz você dormir e acordar a cada dia com um sorriso no rosto, por mais perfeita que ela seja. Malditos padrões, regras e leis. Regras e padrões do que é certo e perfeito. No final das contas, hoje aprendo que o perfeito é o simples. É um sorriso que mexe com você, o jeito de falar, ou simplesmente a forma de ouvir; É o toque na pele, a maciez das mãos, a claridade na expressão. E vejo que hoje, não sou somente eu que vive esta nova fase. Pra mim, os 21 anos, é apenas um marco pessoal, talvez o ponto de partida dessa linha de raciocínio ou talvez o momento em que eu tenha finalmente compreendido tudo que sempre questionei. As pessoas mais próximas a mim estão realmente nessa fase e talvez, é isso o que nos aproxima tanto.
E o que acho que define totalmente essa fase é “tranqüilidade”. Tranqüilidade interior, maturidade,
Ontem conversando com um amigo, disse que só agora aprendi que não gosto do que é fácil. Gosto talvez, por que dê a impressão de ser verdadeiro, de ser intenso.
Hoje, chego a conclusão que eu gosto é da dor. Da dor que nos faz crescer, que nos alimenta. Digo nos alimenta, por que nos completam de certa forma. E no final das contas, a dor é um alento, mas nos nossos desesperos diários é a pior coisa do mundo. Não significa que isso seja uma regra, nem que eu seja um doido masoquista, ou que saia correndo e bata com a cabeça na parede. Mas quero hoje sofrer por amor, por que faz falta e por mais que doa, no ensina a sermos homens e mulheres. Afinal, o que seria do resto do mundo sem o amor? E quem ler isso, e um dia entrar no meu caminho, que não me sacaneie, por favor.


www.youtube.com/watch?v=Nh7D2g5v-Sg&feature=channel Assistam. Realmente, vale a pena.