segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Chega de Mentiras!

Caralho. É com indignação que eu começo este post (ou com prazer, para meus amigos de Mondial).
Qual o problema com o amor? Sinto que o amor está em baixa. As pessoas estão negando o amor, ou simplesmente negando o fato dele estar batendo à sua porta.
Cacete, não é algo tão difícil. Aquela antiga teoria de que as coisas são simples e sim nós que as complicamos é totalmente verdade.
Hoje me deparo com três situações totalmente distintas. Uma minha, uma de um casal de amigos e uma de um casal de amigos gays. Logo, temos três situações que não devem se igualar por nada neste mundo.
No primeiro caso, o deste humilde interlocutor, é simples: pronto pra ceder e liberar todo seu amor, e a outra pessoa insiste em algo totalmente sem nexo e sem futuro. No segundo caso, uma pessoa do casal, se entrega, oferece o amor e o carinho, mas a outra pessoa sente medo e se esconde atrás de suas próprias conclusões e mentiras. No terceiro, de nossos amigos homo, um se dedica totalmente e o outro, prefere não levar a sério, o traindo. E no final das contas, acabo me perguntando: o amor acabou ou as pessoas não querem?
Obviamente que as pessoas não querem. É tão simples reclamar da vida e dizer que não temos o que nós queríamos, que as coisas não são como deveriam ser.... Mas porra! Olhem ao seu redor. Nós temos a maldita mania do medo. O medo de se entregar. O medo daquilo que nos vai causar uma sensação que nunca tivemos. Que vai derrubar muros, destruir paredes e quebrar dogmas. Por que? Porque todos, todos, sem exceções, preferem aquilo que é cômodo. Preferem viver em uma mentira, fingindo estar tudo bem, quando na verdade não está. Por que? Por MEDO.
De acordo com a minha velha amiga, Wikipedia,, medo é “um sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente.”. Meus caros, isso é definição da psicologia. Agora, olhem para nós. Isto é o que somos. Pessoas com medos. Medos diversos. Do que somos, do que podemos ser, do que podemos causar e do que podemos nos tornar.
Agora aquela pergunta simples e básica: por que ter medo?
Gente, o novo assusta! É fato. Mas daí, nos limitarmos? Vivermos um relacionamento de mentira com alguém que simplesmente não te completa e que você tenta se enganar todos os dias dizendo que sim? Fingir que aquele cara não é um certo, só por que sua vida amorosa até hoje foi um lixo, repleta de cafajestes? Se esconder em mentiras invés de encarar de frente sua vida?
As conclusões eu deixo pra vocês me nego a escrever de próprio punho as conclusões deste texto, pois elas cabem único e exclusivamente à vocês.
Por mais que às vezes eu me esconda em minhas sombras, eu sei qual é minha verdade e sei muito bem aonde está meu paraíso. Quem vive na mentira não sou eu. Então, tirem suas próprias.
Adoro vocês, todos vocês, mas abram os olhos. A vida, ou pelo menos esta vida, só passa uma vez.




Desculpem-me os erros de português que possam ter acontecido. Eu já estava na segunda garrafa de vinho.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Tanquinho? Só se for cheio de roupa. = )

Tenho um conselho valioso para dar aqui: se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute! Na próxima vez que encontrá-lo, tente disfarçadamente descobrir como é sua barriga.

Se for musculosa, torneada, estilo `tanquinho´, fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim.

Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta. Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo (como fazem os malditos metrossexuais), acabaram cultivando uma pancinha adorável. Esses, sim, são pra manter por perto. E eu digo por quê.

Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma e provavelmente será engraçado, mesmo. Já os `tanquinhos´ farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores – e eu tenho dó das que caem. Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber? Cerveja! Ou coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá pedindo suco. Ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com `clight´ que trouxe de casa.

E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação. E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar.

Você nunca irá ouvir um ah, amor, `Quarteirão´ é gostoso, mas você podia provar uma `McSalad´ com água de coco. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar. Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não matará um relacionamento. Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.

Outra coisa fundamental:

Homens barrigudinhos são confortáveis!

Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível!

Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional.

Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo.

Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar,a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar. É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz.

CARLA MOURA
PSICÓLOGA, ESPECIALISTA EM SEXOLOGIA

Vi lá no "Uhull"

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Musequenhaa

Opaa. Hoje colocando uma músicaa minha, meio antiguinha, mas que gosto bastante = )

beijo.



*Não sou mais um


Só mais um amigo
Eu não quero ser
E no teu caminho
Eu quero me perder

Chegar às estrelas
Um raio de sol
Com o meu calor
Acalmar sua dor

Ah, como eu quero
Te sentir
Em mim enquanto você chora
Não é tarde demais

Vou te trazer pra mim
Provar que eu te amo
Que não é só
Uma ilusão

Andei pelas ruas
A te procurar
Olhando as estrelas
Pra te encontrar

Seus rosto eu via
Em constelações
Sonhando agora
Pra te ver depois

Ah, como eu quero
Te sentir
Em mim enquanto você chora
Não é tarde demais

Vou te trazer pra mim
Provar que eu te amo
Que não é só
Uma ilusão

domingo, 6 de dezembro de 2009

Um pobre fudido.

Bom dia galera!

Domingão, sol no alto, acabei de chegar em casa... fui tomar um café da manhã com a Sammy... Conversamos bastante hoje, sobre vários assuntos, inclusive aqueles que nos fodem, no sentido claro da palavra. E vou mostrar pra vcs um texto que achei na net. Pelos nomes no texto, provavelmente tenha alguma origem mexicana o texto, mas achei beeem legal a história.. e bonita, mesmo sendo trágica. Basicamente, ele conta a história de um cara burro. Leiam, vcs vão curtir!



"É estranho, me sinto perdido como um garoto de quinze anos. Algumas coisas mexem muito com minha cabeça. Sabe, cresci achando que sempre deveria ter tudo ao me alcance e controle, mas hoje vejo que, provavelmente, as coisas que mais farão diferença na minha vida, eu não tenha; Se torna, de certa forma, um tanto preocupante, já que sempre me orgulhei por ser tão analítico e lógico. Lógica essa, que sempre me permitiu oferecer bons conselhos. Até a página dois. Por que sem sentimentos, não é possível nada. Perdemos o sentido da lógica, por incrível que pareça.
Infelizmente, a vida não é matemática. Acredito que em grande parte sim, mas nos seus pormenores, são definidas por puro feeling, sentimento. Sentimento este que me falta. E muito.
Na verdade, me preocupo muito sobre isso. Questiono até minhas amizades, que talvez sejam baseadas apenas em um “sentimento lógico”.
E uma garota me mostrou tudo isso. E me encantei por ela. Por que? Não sei, sinceramente. Superficialmente, é muito parecida comigo. Gosta de viver bem; Bem no sentido, sujo da palavra. Bebe, fuma, dá risadas, faz piadas. É linda, sem exagero algum. Nunca vi mal arrumada, ou talvez, nessa minha neblina, nunca tenha reparado.
Quando a conheci, a achei louca, pra falar a verdade. Não parava de falar e até comentei que era muito do que eu justamente não gostava.
Passam-se os dias e ela chama a atenção. Cativa. Se torna uma ótima “companheira de fumaça em horas vagas”. Passamos horas e horas conversando assuntos banais. E como combinamos!
Ela começa então a provocar, dar indiretas, mas que, pelo seu jeito irreverente não levei em consideração. Talvez não apenas por isso, mas pela minha enorme falta de confiança: quando que uma garota, linda como aquela, iria olhar pra mim? Insegurança admito infantil, mas que às vezes me assombra.
Lembro de um dia, do lado de fora, sentados na mesa eu, a minha direita o Marcio, ela a minha esquerda e o Gumercindo a minha frente. Conversávamos sobre assuntos banais e ela insistia em dizer como me achava lindo e o tipo de homem ideal. Respondo com uma brincadeira, dizendo que ela nunca olharia para um gordinho relaxado como eu, e ela me responde que não liga, que o ex namorado era assim, mas com a metade do meu charme. Dou risada disso, por que o Marcio engasgou na hora.
E assim os dias se passam.
O Teodoro tinha acabado de acabar com a Helba. Estava devastado, e com razão. Com o tanto que ela havia feito ele sofrer, nada mais justo. Ele a conheceu no mesmo dia que eu. Conversou muito mais que eu, disse que gostou dela e que tinha muito interesse nela. Guardei essa informação

Como eu disse, os dias se passaram até que um dia, após fechar a Pizzaria, resolvemos sair, já que era dia dos namorados e todos éramos solteiros. E fomos pra Tratoria. Por sinal, estava tendo a noite dos solteiros na Tratoria, música rolando na pista, todo mundo dançando, felizes, se divertindo. Tinha ido eu, Teodoro, Ricardo, Mona, Gumercindo, Patrícia e ela.
Sentamos na mesa, na seguinte ordem: Teodoro, ela, Patrícia, Ricardo, eu, Gumercindo e Mona.
Ela começa a rir com o Teodoro e olhar em minha direção toda hora, mas já tinha colocado na minha cabeça que ela apenas queria provocar e que, ela deveria ficar com o Teodoro, meu amigo que tanto queria ficar com ela. Na verdade, naquele dia, eu estava preocupado em me divertir. O Ricardo fazia um role comigo, como há tempos não fazíamos. Bebíamos whisky e contávamos piadas. Cerveja na mesa, fumando meu cigarro, não querendo mais nada do mundo. Talvez minha única distração momentânea era pensar no Juve e no que a Ana Clara deveria estar fazendo lá, afinal iríamos sair quando ela voltasse. A garota que eu via como ideal. Madura, mais velha, educada, de um humor fino.
Passa a noite e eu, Ricardo e Patrícia resolvemos ir dançar. Ela se levanta e vem conosco. Na pista, foi muito engraçado. Dancei com a Patrícia, com o Ricardo e em seguida, fiz a “besteira” de ir dançar com ela. Começou normal, nos aproximamos e nos “encaixamos”. Por sinal, a música era ótima pra isso. Encostamos nossas cabeças e as bocas foram se atraindo, praticamente inevitável. Canto de boca com canto de boca e vem o Teodoro a minha mente. Paro de dançar de imediato. Afasto ela e apenas falo “não dá”. Viro e volto a dançar com a Patrícia.
Quando voltamos para a mesa, começou a pressão pra ela ficar com o Teodoro. Eu ajudo, boto pilha. O Teodoro, sempre muito tímido e na hora meio alto, não fazia nada. Falávamos pra ele puxar ela e nada. Questionamos que ela não tinha coragem de beijar ele. Numa idiotice tremenda minha, tiro 50 reais da carteira e falo que seria dela, caso ela beijasse ele. Que Deus me perdoe, sei que isso não é desculpa, mas eu também já estava bêbado. Ela olha pra mim com muita raiva e diz: “eu não preciso disso”. E o beija. E me sinto aliviado. Afinal, eu havia ajudado meu amigo no que ele tanto queria.

Passam-se os dias e eles continuam ficando. Um mês. Então um dia, na Pizzaria, estávamos sentados lá fora, eu, ela, Gumercindo e Mona. Quando os últimos saíram, ficamos conversando e fumando.
Então ela vira e me pergunta: “Vicente, posso te fazer uma pergunta, mas não me leve a mal?”
Respondi que sim. Então ela me pergunta: “Por que aquele dia você me afastou de você?”
Fico sem jeito e respondo: “Por que o Teodoro queria muito beijar você”. E ela indignada, responde: “Caramba Vicente! Fui aquele dia lá pra beijar VOCÊ. Você não percebeu todas as indiretas que eu te dei? Todos os sinais de que eu queria ficar com você?”
Respondi que não, mas que mesmo assim, eu já estava pensando em outra garota, tinha outra garota em vista e meu amigo queria ela, muito mais do que eu. Então achei certo, não atravessar a situação. Ela disse que desde o momento que entrou na Pizzaria, só falava pra mãe sobre mim, de como eu era inteligente, charmoso, espontâneo.
Conversamos mais, e até falei que as coisas aconteciam como deveriam ser. Que nós éramos muito parecidos e talvez por causa disso, poderíamos não dar certo. Brigaríamos demais, até por que os dois são muito orgulhosos. Ela concorda e a conversa se encerra por aí.
Passam-se mais umas três semanas, num sábado, na hora de janta na Pizzaria, eu no meu ritual de todos os dias, como rápido e jogo o colchão no chão pra dormir os minutos restantes da hora de janta; Ela e a Mona vão fazer o horário de janta comigo. Ficamos os três conversando, até que o Gumercindo chamou a Mona lá pra baixo e ficamos a sós lá em cima. Eu deitado e ela na janela fumando. Ficamos conversando mas que queria dormir. E ela, pra tentar me deixar acordado, começou a fazer cócegas em mim. Pedi pra que ela parasse, então ela se sentou no colchão. Continuou tentando puxar assunto, e eu ainda querendo dormir. Então ela diz: “Se não pode vencê-lo, junte-se a ele”, e deita-se ao meu lado. Foi praticamente automático. Nos encaixamos e ficamos extremamente confortáveis. Eu fazia cafuné nela, enquanto ela dormia com a cabeça em meu peito. Sem fazer nada, fomos nos aproximando. Quando um olhou pro outros, falamos ao mesmo tempo: “´É, chega, melhor pararmos.” Eu levanto, calço meu tênis e desço. Aí começou meu inferno. Ela parecia me abraçar a toda oportunidade. E mesmo ela estando com o Teodoro, ele vem me dizer que não sabia o que fazer, pois toda vez que ia lá vê-la, parecia que quando ele ia atrás dela, ela vinha atrás de mim. E eu numa situação horrível, já que sabia que era pra eles terem terminado anteriormente, por um erro dele. E conversando com ele, o orientei a dizer exatamente o que ela queria dizer. Não sei como. Acho que no fundo, eu sabia como a conhecia.
E eles vão se afastando, em alguns dias mal se beijam.
Então resolvemos num sábado ir para o Pátio, ouvir MPB e tomar cerveja. Eu, ela, Gumercindo e Mona. No caminho o Teodoro ligou pra nós, perguntando onde estávamos e falamos que iríamos pra lá. Ele disse que nos encontraria lá com seu primo.
Entramos no Pátio, sento em uma ponta da mesa, ela em outra, o Teodoro de um lado dela, o Gumercindo do outro. Logo no começo, o Teodoro pede para que eu sentasse ao lado dele. Começam as músicas da banda ao vivo. Canto a maioria, por conhecer mesmo. E ela também.E a cada verso emblemático, um olha pro outro. Como diversas vezes aconteceram. O Teodoro levanta e senta-se na outra ponta da mesa, aonde eu tinha sentado anteriormente, pra conversar com a Mona, então levanta e fala que vai embora pois não estava se sentindo muito bem. Nos despedimos e ficamos na mesa eu, ela, Gumercindo e Mona. Os outros dois ficam abraçados, se beijando e ouvindo música, enquanto nós dois cantamos. Então ela começa a mexer com um garçom, descaradamente. Falo em tom de brincadeira “Vamo parar com essa pouca vergonha?” e ela responde: “Você ontem não ficou falando da bunda da morena na minha frente?” Respondi: “Quer dar o dedinho então pra ficarmos de bem?” Ela ri e me abraça e diz: “Meu, você é lindo. Como eu adoro você.” Eu respondo: “Acho o mesmo. Se arrependimento matasse, eu já estaria debaixo de sete palmos”.
Ela me solta, olha pra mim, leva as mãos ao rosto e começa a chorar. Chorar e me bater dizendo “Eu te odeio Vicente Antonio! Você sabe que eu sempre gostei de você, desde o primeiro dia e me empurrou pro seu amigo! Me tratou como lixo, objeto! E eu sempre correndo atrás de você! E agora me diz que ta arrependido da escolha?! Será que você nunca percebeu que mesmo eu estando com o Teodoro, praticamente me jogava em cima de você? Você me fez ficar com um cara totalmente diferente de mim, ao contrário de você, que é tudo o que eu gosto!”
Nos abraçamos, me explico, peço desculpas. Ficamos num clima tão gostoso. Abraçados, até “beijinho de esquimó”. Mas falei que não faria nada enquanto ela estivesse com o Teodoro, por que não seria certo. E ela concordou. Também falei pra ela que seria uma decisão dela. Que o sentimento dela decidiria.
Fomos depois do Pátiol para o Md, e ficamos sentados na chuva, abraçados, conversando, tanto que ela disse: “Imagine que casal seremos, eu advogada e você economista? Vamos ganhar muito dinheiro, ter uma casa grande e tudo o mais”.
No dia seguinte, sem querer, mas por determinação do Souza mesmo, fizemos nossa hora de almoço juntos. Eu deitei, ela almoçou. Falei pra ela deitar comigo quando terminou de comer e ela disse que não queria. Falei que tudo bem e começamos a conversar sobre a noite anterior. Falou que tinha medo de magoar o Teodoro ao acabar com ele, mas que nem sempre tinha vontade de estar com ele. Que eles não combinavam e não tinham a sintonia que nós dois temos, mas que não queria magoá-lo. Que iria fazer uma escolha difícil e precisava pensar. Achei justo. No final da conversa, perguntei o por que dela não querer deitar comigo e a resposta foi: “Por que eu sei que se eu deitar aí, vou fazer merda.”
Dois dias depois, o Teodoro vem aqui em casa pra conversarmos, pois nossa amizade estava abalada. Abri o jogo pra ele e ele disse que havia percebido. Nos abraçamos e ele disse que o que sentia por ela, era muito menor do que o que eu sentia e, sendo assim, terminaria com ela.
No mesmo dia, ele terminou com ela. Conversaram bastante, ela entrou na Pizzaria e me chamou pra conversar. Disse que não queria mais magoar ninguém e que não queria estragar minha amizade com o Teodoro.
Logo em seguida, coisa de 10 minutos, Souza me chama pra conversar e me demite.
Na mesma noite, todos iriam no La Revolta. Falei que não queria ir, precisava de um tempo. No dia seguinte, o Teodoro veio me falar que havia ficado com ela.
Ontem, senti os dois bem próximos na Pizzaria. Hoje a tarde no MSN, perguntou pro Teodoro: Você voltou com ela, né?” E ele responde: “Voltei cara.”
Porém..."


O "Porém" não existe... pelo que vi, este texto não teve um fim... Não o criaram ainda, pelo menos, é o que eu quero acreditar. Sei lá, acho meio chavão dizer isso, mas não consigo acreditar que o medo e o comodismo possam vencer o amor. Torci por esse cara, pq entendo a situação dele. Mas tudo na vida tem seu tempo, isso eu aprendi. Mas se tem uma coisa que eu aprendi, e que falei muito pra Sammy, por sinal e que eu nunca havia notado, é que devemos acreditar no amor no final das contas. Se não pudermos acreditar nisso, acho que nada mais faz sentido.

Um beeijo à todos, boa semana galera! = )